quinta-feira, 30 de junho de 2011

...E a tristeza do sigilo?

Bruce Banner e um monte de gente que devia ser legal, mas se descobriu bonita e não percebe que cool e cu sound the same 'cause they are the same. Liv Tyler sendo linda, mas menos linda do que em Stealing Beauty. Eu sentindo os meus dedos do pé conversando por dentro do meu vestido. Você amando todas essas coisas sem sentido. E boa noite.

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Da voz e do silêncio, Do sangue e do vômito, Da verdade (aka De títulos demasiadamente longos denunciando pretensão e algum humor)

'Qual é a voz do seu silêncio?' perguntou, sabendo que era uma boa pergunta e que o interessaria. Então, desperguntou. Desperguntou, porque não queria realmente uma resposta, queria atenção e isto ele não lhe daria. Não novamente. Bastara a primeira vez, bastara a última. Não é como se houvessem apenas fodido. Ele a conhecera e preterira. Ele a conhecera e partira.
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Desde então, tudo era sangue e vômito. O sangue que lhe faltava para extrair a coragem e o vômito que parecia morar em seu peito, se misturar com sua alma, que parecia maturar sem pressa, na intenção de que, entranhando, seu cheiro doentio a fizesse enlouquecer afinal.
Mas o afinal nunca vinha.
E sua impaciência cansada parecia apenas estender as fronteiras da loucura não-loucura, prolongar a aceitabilidade de sua insanidade parcialmente funcional.
Igual a quando era criança e ficava horas rodando, rodando, rodando, rodando, rodando... porque gostava de sentir-se tonta, infinitamente tonta e, à beira de um desmaio, deitar-se no chão, cansada, grata, risonha. Só que diferente.
Porque não é mais criança e fica horas matando, matando, matando, matando, matando... porque precisa sentir-se tonta, intoleravelmente tonta e, à beira (só à beira, mesmo), deitar-se no chão, cansada, grata, risonha. Só que morta.
Só que nunca.
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Qualquer tentativa de agora é vã, fútil. Ofenderia mais o orgulho do que a pele. Causaria um tumulto adorável de se ver em slow motion no vídeo, com blur seletivo. Mas não ao vivo e em cores. São efeitos colaterais de um amadorismo incoerente com o tempo e a densidade do que venho trabalhando, o caos deflagrado e o ego doído. Não. Não estou disposta a arriscar. Tudo a seu tempo e meu tempo chega. E eu vou.
Por que não?

sexta-feira, 3 de junho de 2011

B.R.O.T.H.E.R.

B.U.R.N.
K.I.L.L. :)

cut it out for me, cut it, cut it out. smile.