The 'Misleading and Bisexual' Conception Sounds Way Better In The Joke
Esperar que te esperem é a filosofia da frustração e, com 17 anos entendendo isso, você espera de verdade que pelo menos parte dessa compreensão deixe de ser puramente racional. E também se frustra com a percepção de que acabou de esperar por algo de novo.
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Perdoem-me os que carregam residências médicas no currículo e experiência nas costas, mas eu não sou doente. Eu estive doente. Desde o momento em que eu abri as portas da minha vida pra aquela puta backstabber e, talvez ainda antes, quando eu abri o coração pra ele, eu estive doente. Desde o momento em que eu pisei um pouco fora da linha das coisas que eu deveria ser e fazer, eu estive doente. E a verdade é que eu ainda estou.
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E quanto a isso, quanto às coisas que eu deveria ser e fazer...
Preferia sentir que não devo ser a mesma garota de 7 anos de idade que dizia com a determinação dos ignorantes que ensinaria inglês, que moraria na Inglaterra, que seria forte e que se bastaria. E a verdade é que eu ainda digo. Só não sei se é por medo de mim, do mundo, do erro ou da desaprovação.
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Entre nós fica que nunca se bastaria. Nunca se bastou, coitada... Nunca se teve.
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Daí que você se lê sendo sincera assim e toma decisões, porque é a coisa certa, a sensata, a desejável (e talvez desejada). E logo depois escarnece de si mesma, por saber que não vai levar adiante. Back and forth, back and forth, back and forth.
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Secretamente, eu desejo estar presa num filme longo demais da Disney. Em algum momento, então, você perceberia que me ama e esse meio-tempo-todo teria tido algum valor de ser. Eu sou dessas que assistia 'A Bela e a Fera' em loop até os 9 anos e agora fica aí, achando que qualquer skinny nerdy misfit merece. Não sei o que merece, o fato é que superestimo essa gente que é igual a mim, sem ser eu. Acontece.
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E a citação do eterno guilty-but-everlastingly-worshipped pleasure, só pra não deixar passar em branco que é a fossa semanal/mensal/bimestral/trimestral...
"Quando você não esperar vai doer. E eu sei como vai doer.
(...)
Vou te esquecer, vou te esquecer... Só pra lembrar."
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Perdoem-me os que carregam residências médicas no currículo e experiência nas costas, mas eu não sou doente. Eu estive doente. Desde o momento em que eu abri as portas da minha vida pra aquela puta backstabber e, talvez ainda antes, quando eu abri o coração pra ele, eu estive doente. Desde o momento em que eu pisei um pouco fora da linha das coisas que eu deveria ser e fazer, eu estive doente. E a verdade é que eu ainda estou.
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E quanto a isso, quanto às coisas que eu deveria ser e fazer...
Preferia sentir que não devo ser a mesma garota de 7 anos de idade que dizia com a determinação dos ignorantes que ensinaria inglês, que moraria na Inglaterra, que seria forte e que se bastaria. E a verdade é que eu ainda digo. Só não sei se é por medo de mim, do mundo, do erro ou da desaprovação.
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Entre nós fica que nunca se bastaria. Nunca se bastou, coitada... Nunca se teve.
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Daí que você se lê sendo sincera assim e toma decisões, porque é a coisa certa, a sensata, a desejável (e talvez desejada). E logo depois escarnece de si mesma, por saber que não vai levar adiante. Back and forth, back and forth, back and forth.
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Secretamente, eu desejo estar presa num filme longo demais da Disney. Em algum momento, então, você perceberia que me ama e esse meio-tempo-todo teria tido algum valor de ser. Eu sou dessas que assistia 'A Bela e a Fera' em loop até os 9 anos e agora fica aí, achando que qualquer skinny nerdy misfit merece. Não sei o que merece, o fato é que superestimo essa gente que é igual a mim, sem ser eu. Acontece.
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E a citação do eterno guilty-but-everlastingly-worshipped pleasure, só pra não deixar passar em branco que é a fossa semanal/mensal/bimestral/trimestral...
"Quando você não esperar vai doer. E eu sei como vai doer.
(...)
Vou te esquecer, vou te esquecer... Só pra lembrar."

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