Sobre Aquele Assunto Inacabado...
Ser um número na sua vida me incomoda. Não que você não o seja para mim; a diferença entre nós dois, é que eu uso o código binário para contar a minha história e você é um amontoado de letras, onde os números têm pouca ou nenhuma importância. Como muitas coisas a seu respeito, as quais suporto apesar de não me agradarem, faço que não me importo, faço que sei lidar, mas, não sei e ambos sabemos disso.
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Piano, piano, piano, piano.
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E você? Semi-ânime, tão mais vivo do que eu. Se faz de morto só pelo prazer de ser tocado, buscado, desejado desesperadamente, como eu o faço por você. Em algum momento, isso não vai mais ter graça para mim e você terá sido outro dos meus erros. Eu sei algumas das muitas coisas que pensa a meu respeito, majoritariamente nada lisonjeiras, de uma maneira que, se não fosse o ano de nascimento inscrito na sua identidade, eu diria ser inocente. Mas, você, que sabe se retesar e fazer de adulto tão bem, não consegue lidar comigo sem me esconder atrás de todos os defeitos que vê em mim. Você quer coisas para as quais não sabe se está pronto, eu acho, e por trazer algumas dessas coisas comigo, eu sou um ótimo ensaio para a vida futura, não?! A questão é que, na minha própria vida, não sou um ensaio, mas a peça, a ação acontecendo e cada erro que você me faz cometer é um ápice dramático para a exigente platéia dentro da minha cabeça assistir.
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Eu sou menos forte do que supõem, não há razão para me provarem tanto assim.
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E quanto aquela que tanto revolucionou em mim, sempre haverá tempo e espaço para nós duas, em algum lugar deste mundo.
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Êee, pequeno... Juízo, amor, juízo. Minhas palavras, meus sentimentos e meus pensamentos são para você, portanto, cuida do que é meu que eu cuido da sua amiga.
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Piano, piano, piano, piano, pra acabar.
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Piano, piano, piano, piano.
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E você? Semi-ânime, tão mais vivo do que eu. Se faz de morto só pelo prazer de ser tocado, buscado, desejado desesperadamente, como eu o faço por você. Em algum momento, isso não vai mais ter graça para mim e você terá sido outro dos meus erros. Eu sei algumas das muitas coisas que pensa a meu respeito, majoritariamente nada lisonjeiras, de uma maneira que, se não fosse o ano de nascimento inscrito na sua identidade, eu diria ser inocente. Mas, você, que sabe se retesar e fazer de adulto tão bem, não consegue lidar comigo sem me esconder atrás de todos os defeitos que vê em mim. Você quer coisas para as quais não sabe se está pronto, eu acho, e por trazer algumas dessas coisas comigo, eu sou um ótimo ensaio para a vida futura, não?! A questão é que, na minha própria vida, não sou um ensaio, mas a peça, a ação acontecendo e cada erro que você me faz cometer é um ápice dramático para a exigente platéia dentro da minha cabeça assistir.
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Eu sou menos forte do que supõem, não há razão para me provarem tanto assim.
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E quanto aquela que tanto revolucionou em mim, sempre haverá tempo e espaço para nós duas, em algum lugar deste mundo.
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Êee, pequeno... Juízo, amor, juízo. Minhas palavras, meus sentimentos e meus pensamentos são para você, portanto, cuida do que é meu que eu cuido da sua amiga.
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Piano, piano, piano, piano, pra acabar.

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