@ Dance, Dance, Christa Paffgen, do Anberlin
Tem uma coisa relativamente engraçada na minha doença. Se fizéssemos um teatro de marionetes para interpretá-la, a protagonista seria a minha vontade de não me tratar. Porque quanto mais longe do tratamento eu estiver, mais perto da cura eu fico. E por cura, eu entendo não viver mais dia algum na doença. Nem na sanidade.
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15 de fevereiro. Hoje completam dois anos. Se você já tocou alguém que ama de verdade, se já beijou, se já desejou e viveu o desejo, sabe do que eu estou falando.
Eu ainda te amo. E, na verdade, nunca vou deixar de amar.
P.S. Eu até hoje lembro da quantidade de pessoas, mas, especialmente da cara do segurança. Impagável. E eu ri, porque eu te amava tanto e estava tão feliz... Ele nunca entenderia aquilo.
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15 de fevereiro. Hoje completam dois anos. Se você já tocou alguém que ama de verdade, se já beijou, se já desejou e viveu o desejo, sabe do que eu estou falando.
Eu ainda te amo. E, na verdade, nunca vou deixar de amar.
P.S. Eu até hoje lembro da quantidade de pessoas, mas, especialmente da cara do segurança. Impagável. E eu ri, porque eu te amava tanto e estava tão feliz... Ele nunca entenderia aquilo.

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